A Colpocitologia Oncótica Vaginal e Microflora – Papanicolau detecta alterações celulares no colo do útero e avalia a presença de infecções vaginais. É um exame preventivo do câncer do colo uterino. Também identifica desequilíbrios na flora vaginal. A coleta é simples e feita em consultório médico.
É um exame ginecológico essencial para a saúde feminina, amplamente utilizado na detecção de lesões precursoras do câncer de colo do útero, assim como na avaliação da flora vaginal. Esse procedimento combina a investigação de alterações celulares com a análise de microrganismos presentes na região.
Este exame tem como principal objetivo a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer de colo do útero, mas também oferece informações relevantes sobre outras alterações, como infecções, inflamações e desequilíbrios na flora vaginal. Ao associar a análise oncótica com a microflora, o teste permite uma avaliação mais completa da saúde ginecológica do(a) paciente.
Durante a consulta ginecológica, o(a) paciente é posicionado(a) na mesa de exame e o médico utiliza um espéculo para visualizar o colo do útero. Em seguida, é coletada uma amostra das células da região cervical e vaginal com uma espátula ou escova específica. O material é enviado para análise em laboratório, onde são observadas alterações celulares e o perfil da microflora vaginal.
A solicitação costuma ocorrer em consultas ginecológicas de rotina, especialmente em pessoas do sexo feminino com idade entre 25 e 64 anos, que têm ou já tiveram vida sexual ativa. De acordo com a orientação do Ministério da Saúde, inicialmente, esse público deve realizar o papanicolau uma vez ao ano. Após dois preventivos anuais com resultado normal, o exame pode ser feito a cada três anos.
Esse tipo de colpocitologia oncótica também pode ser indicado quando há sintomas como corrimento vaginal anormal, sangramentos fora do ciclo menstrual, dor durante a relação sexual ou histórico de infecções ginecológicas recorrentes.
Além das lesões pré-neoplásicas e do câncer de colo do útero, o exame pode ajudar a identificar infecções como candidíase, vaginose bacteriana e tricomoníase.
O exame pode indicar a ausência de alterações celulares e flora vaginal equilibrada ou a presença de células atípicas, agentes infecciosos e/ou desequilíbrios na microbiota, o que sinaliza a necessidade de investigação ou tratamento.
O exame costuma ser solicitado por médicos ginecologistas, que são especialistas em saúde feminina.
De modo geral, o exame não exige uma preparação especial, mas é importante seguir as orientações do médico ou do laboratório responsável para garantir a precisão dos resultados.
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A Rede D’Or é a maior rede de saúde do Brasil. Está presente nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Sergipe, Ceará, Paraná, Paraíba, Alagoas, Mato Grosso do Sul e no Distrito Federal.
O grupo é composto atualmente por hospitais próprios, clínicas oncológicas (Oncologia D’Or), além de atuar em serviços complementares com exames clínicos e laboratoriais, bancos de sangue, diálise e ambulatórios de diversas especialidades.
Para garantir a excelência na prestação de serviços, a Rede D’Or adotou a Acreditação Hospitalar, um processo de avaliação externa para examinar a qualidade dos serviços prestados, conduzido por organizações independentes, como uma de suas principais ferramentas. Os hospitais do grupo já receberam certificações emitidas por organizações brasileiras, como a Organização Nacional de Acreditação (ONA), e internacionais, como a Joint Commission International (JCI), a Metodologia Canadense de Acreditação Hospitalar (QMENTUM IQG) e a American Society of Clinical Oncology (ASCO).
A Rede D’Or ainda oferece aos pacientes críticos o cuidado necessário no momento certo, o que leva a melhores desfechos clínicos e à alocação eficiente de recursos. Por isso, 87 UTIs do grupo receberam o certificado Top Performer 2022, oferecido pela Epimed e AMIB – Associação de Medicina Intensiva Brasileira.
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