O exame HPV-PCR detecta o DNA do vírus do papiloma humano (HPV) em amostras biológicas, identificando tipos de alto risco associados ao câncer do colo do útero. É realizado com material coletado do colo do útero ou de outras áreas afetadas. O teste é importante para diagnóstico precoce e monitoramento de infecções por HPV, mesmo em pacientes assintomáticos.
Informação importante
Este exame não necessita de agendamento.
É um teste molecular que detecta a presença do DNA do Papilomavírus Humano (HPV) em amostras coletadas do organismo, como do colo do útero, vagina, pênis, uretra, ânus ou boca. É considerado o método mais sensível para identificar o vírus e permite, além da detecção, a genotipagem, ou seja, a identificação dos tipos específicos de HPV presentes, como os tipos de alto risco 16 e 18, que estão associados a maior risco de câncer.
Serve para detectar a infecção pelo HPV, mesmo antes do surgimento de sintomas ou lesões visíveis. É fundamental para o rastreamento precoce do HPV, auxiliando na prevenção do câncer de colo do útero e outras lesões causadas pelo vírus. Também ajuda a identificar quais tipos de HPV estão presentes, o que é decisivo para o planejamento do tratamento e acompanhamento médico.
A coleta da amostra varia conforme o local a ser investigado. Em mulheres, é feita geralmente no colo do útero e vagina. Em homens, pode ser feita na glande, uretra ou pênis. Também pode ser coletada secreção anal ou bucal quando necessário.
O material obtido é armazenado em tubo apropriado e enviado para análise laboratorial, onde o DNA do HPV é detectado e tipificado por PCR (Reação em Cadeia da Polimerase). O exame é indolor, embora possa causar leve desconforto durante a coleta.
O exame deve ser solicitado para mulheres com alterações no exame de Papanicolau ou lesões suspeitas no colo do útero, e para homens com lesões genitais suspeitas.
Pode também ser útil para rastreamento em mulheres a partir dos 30 anos, quando há citologia alterada, para acompanhamento de lesões pré-cancerosas e em casos de avaliação de infecção em outras regiões, como anal ou oral, quando indicado.
O exame HPV-PCR pode auxiliar no diagnóstico das seguintes condições:
Os valores de referência podem variar de acordo com o laboratório e a metodologia utilizada.
O resultado do exame é qualitativo.
O exame pode identificar se o HPV é de baixo risco (não oncogênico) ou de alto risco (oncogênico), sendo que os tipos 16 e 18 são os mais preocupantes para o desenvolvimento de câncer.
A interpretação deve ser feita por um médico, levando em consideração o histórico clínico e outros fatores.
Ginecologistas, urologistas, infectologistas, colposcopistas, estomatologistas ou dentistas (no caso de suspeita de HPV na região oral).
Retirar o frasco e instruções para coleta no laboratório.
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A Rede D’Or é a maior rede de saúde do Brasil. Está presente nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Sergipe, Ceará, Paraná, Paraíba, Alagoas, Mato Grosso do Sul e no Distrito Federal.
O grupo é composto atualmente por hospitais próprios, clínicas oncológicas (Oncologia D’Or), além de atuar em serviços complementares com exames clínicos e laboratoriais, bancos de sangue, diálise e ambulatórios de diversas especialidades.
Para garantir a excelência na prestação de serviços, a Rede D’Or adotou a Acreditação Hospitalar, um processo de avaliação externa para examinar a qualidade dos serviços prestados, conduzido por organizações independentes, como uma de suas principais ferramentas. Os hospitais do grupo já receberam certificações emitidas por organizações brasileiras, como a Organização Nacional de Acreditação (ONA), e internacionais, como a Joint Commission International (JCI), a Metodologia Canadense de Acreditação Hospitalar (QMENTUM IQG) e a American Society of Clinical Oncology (ASCO).
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