O exame T3 Reverso (rT3) mede os níveis de triiodotironina reversa, um hormônio tireoidiano biologicamente inativo formado pela conversão do T4. Ele não tem ação metabólica, mas seus níveis podem aumentar em situações de estresse, doenças crônicas ou disfunções da tireoide. O teste ajuda a avaliar o metabolismo tireoidiano e diagnosticar algumas condições como hipotireoidismo ou doenças não tireoidianas.
Informação importante
Este exame não necessita de agendamento.
O exame T3 Reverso mede os níveis do hormônio triiodotironina reverso (rT3), uma forma inativa do hormônio T3 produzido pela tireoide. Ele não possui atividade biológica significativa e serve como um marcador do funcionamento da tireoide.
É utilizado para avaliar a função da tireoide em casos específicos, quando há suspeita de disfunção tireoidiana grave ou em condições que afetam a homeostase dos hormônios tireoidianos, como a síndrome do eutireoidiano doente (NTI). O exame auxilia no entendimento da conversão de T4 em T3 e rT3, contribuindo em diagnósticos diferenciais.
O exame é realizado por meio da coleta de uma amostra de sangue retirada de uma veia do braço, que é posteriormente enviada ao laboratório para análise. O procedimento é semelhante ao dos outros exames de hormônios tireoidianos.
Em casos específicos, como em pacientes em estado grave ou hospitalizados, especialmente na síndrome do eutireoidiano doente, em que os níveis de T3 podem estar baixos e os de rT3, elevados. Também pode ser solicitado em situações de estresse crônico ou em outras condições que afetam a conversão de T4 em T3.
O exame pode auxiliar no diagnóstico de condições como a síndrome do eutireoidiano doente (NTI), hipotireoidismo central, e em situações em que haja alterações na conversão de T4 em T3, como em casos de estresse crônico ou uso de certas medicações.
Os valores de referência podem variar entre laboratórios, por isso é importante levar o resultado do exame ao seu médico para interpretação.
O valor para T3 Reverso geralmente varia entre 0,26 a 0,70 ng/ml.
Endocrinologistas ou outros especialistas que lidam com condições graves que afetam a tireoide, embora seja mais comum em situações hospitalares ou em casos específicos de disfunção tireoidiana.
Não é necessário jejum. Antes da realização do exame, é importante informar:
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A Rede D’Or é a maior rede de saúde do Brasil. Está presente nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Sergipe, Ceará, Paraná, Paraíba, Alagoas, Mato Grosso do Sul e no Distrito Federal.
O grupo é composto atualmente por hospitais próprios, clínicas oncológicas (Oncologia D’Or), além de atuar em serviços complementares com exames clínicos e laboratoriais, bancos de sangue, diálise e ambulatórios de diversas especialidades.
Para garantir a excelência na prestação de serviços, a Rede D’Or adotou a Acreditação Hospitalar, um processo de avaliação externa para examinar a qualidade dos serviços prestados, conduzido por organizações independentes, como uma de suas principais ferramentas. Os hospitais do grupo já receberam certificações emitidas por organizações brasileiras, como a Organização Nacional de Acreditação (ONA), e internacionais, como a Joint Commission International (JCI), a Metodologia Canadense de Acreditação Hospitalar (QMENTUM IQG) e a American Society of Clinical Oncology (ASCO).
A Rede D’Or ainda oferece aos pacientes críticos o cuidado necessário no momento certo, o que leva a melhores desfechos clínicos e à alocação eficiente de recursos. Por isso, 87 UTIs do grupo receberam o certificado Top Performer 2022, oferecido pela Epimed e AMIB – Associação de Medicina Intensiva Brasileira.
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