O que é anemia hemolítica ?
A anemia hemolítica autoimune (AHAI) é uma doença que se caracteriza pela destruição de glóbulos vermelhos causada pelos próprios anticorpos do organismo, os chamados “autoanticorpos”.
Existem três tipos diferentes de anemia hemolítica: quente, fria e mista.
- Anemia hemolítica quente: os autoanticorpos conseguem reagir mais fortemente à temperatura corporal de 37°C.
- Anemia hemolítica fria: destruição dos glóbulos vermelhos acontece a temperaturas entre 4ºC e 18ºC.
- Anemia hemolítica mista: os dois tipos de autoanticorpos (quente e frio) coexistem.
Quais são as causas da anemia hemolítica ?
A causa da anemia hemolítica autoimune nem sempre é identificada, mas ela pode ser secundária à presença de outras doenças autoimunes como câncer (linfomas e leucemias), lúpus, artrite reumatoide ou à reação a medicamentos e antibióticos.
Além disso, a anemia hemolítica também pode surgir após infecções, como as provocadas por vírus como Epstein-Barr ou Parvovírus B19, ou por bactérias como a Mycobacterium pneumoniae ou Treponema pallidum quando provoca sífilis terciária.
Quais são os sintomas da anemia hemolítica ?
Os principais sintomas da anemia hemolítica são:
- dispneia (dificuldade de respirar);
- palpitações;
- fadiga;
- dor de cabeça;
- palidez;
- icterícia.
Quais são as formas de tratamento da anemia hemolítica ?
O principal objetivo do tratamento da anemia hemolítica é reduzir o grau de destruição dos glóbulos vermelhos, gerando elevação dos níveis de hemoglobina e melhora dos sintomas da anemia hemolítica.
- Anemia hemolítica quente: são utilizados glicocorticoides, esplenectomia ou imunossupressores.
- Anemia hemolítica fria: é feita basicamente com proteção contra o frio. O paciente é orientado a se manter aquecido mesmo durante o verão. A proteção das extremidades (cabeça, pés e mãos) é altamente recomendada.
A Rede D’Or possui hospitais espalhados por 6 estados brasileiros. Todas as instituições possuem selos de qualidade nacionais e internacionais, como o que é oferecido pela Organização Nacional de Acreditação (ONA), que são uma garantia de excelência no atendimento hospitalar.
Ao todo, são mais de 80 mil médicos das mais diversas especialidades, disponíveis para auxiliar no tratamento e no diagnóstico de condições diversas.
Sobre a Rede D'Or
A Rede D’Or é a maior rede de saúde do Brasil. Está presente nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Sergipe, Ceará, Paraná, Paraíba, Alagoas, Mato Grosso do Sul e no Distrito Federal.
O grupo é composto atualmente por hospitais próprios, clínicas oncológicas (Oncologia D’Or), além de atuar em serviços complementares com exames clínicos e laboratoriais, bancos de sangue, diálise e ambulatórios de diversas especialidades.
Para garantir a excelência na prestação de serviços, a Rede D’Or adotou a Acreditação Hospitalar, um processo de avaliação externa para examinar a qualidade dos serviços prestados, conduzido por organizações independentes, como uma de suas principais ferramentas. Os hospitais do grupo já receberam certificações emitidas por organizações brasileiras, como a Organização Nacional de Acreditação (ONA), e internacionais, como a Joint Commission International (JCI), a Metodologia Canadense de Acreditação Hospitalar (QMENTUM IQG) e a American Society of Clinical Oncology (ASCO).
A Rede D’Or ainda oferece aos pacientes críticos o cuidado necessário no momento certo, o que leva a melhores desfechos clínicos e à alocação eficiente de recursos. Por isso, 87 UTIs do grupo receberam o certificado Top Performer 2022, oferecido pela Epimed e AMIB – Associação de Medicina Intensiva Brasileira.
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