O que é Disfagia?
Disfagia é a dificuldade de engolir alimentos e líquidos, a percepção de “arranhar”, ou ficar “presa” a comida ou bebida na passagem da garganta, muito comum o indivíduo relatar que machucou a região ao deglutir — é um sintoma e não uma doença. Existem dois tipos:
- Disfagia esofágica – sensação de alimento ou líquido parado na base da garganta, ou no peito, depois que o paciente inicia a deglutição;
- Disfagia orofaríngea – sufocamento ou tosse ao tentar engolir. A sensação do alimento ou líquido descer pela traqueia ou subir pelo nariz.
Quais são as causas da Disfagia?
São inúmeras as causas que podem levar o paciente a desenvolver essa condição, e o processo de deglutição é complexo. Comum em pessoas idosas e com doenças neurológicas e também com divertículo de Zenker e câncer. É estimado que 8 em cada 10 pessoas com a doença de Parkinson e ⅔ (dois terços) dos pacientes com Alzheimer podem desenvolver a Disfagia. E também pacientes que sofreram algum trauma na boca ou na garganta podem apresentar essa condição.
Quais são os sintomas da Disfagia?
Os sintomas mais comuns são:
- Tosse ou engasgo;
- Excesso de salivação;
- Problemas na fala;
- Dor ou impossibilidade de engolir;
- Regurgitação;
- Azia (frequente).
Como é o tratamento da Disfagia?
É recomendado procurar um médico otorrinolaringologista, ou um médico gastroenterologista, para ajudar no tratamento o paciente também pode ser encaminhado para o fonoaudiólogo.
Exames como: Raio X, estudo da deglutição do paciente, endoscopia e manometria podem ser prescritos para averiguar o diagnóstico e realizar o melhor tratamento. A Disfagia é um sintoma, e quando não está relacionada a uma doença gastroesofágica, tem cura e em alguns casos é necessário a desobstrução, o uso de remédios e até intervenção cirúrgica.
Na maior parte das ocorrências não traz riscos à saúde, e a pessoa pode seguir algumas dicas:
- Alimentos macios;
- Evitar alimentos secos;
- Mordidas menores;
- Sentar de forma ereta ao comer ou beber algum líquido;
- Evitar deitar-se após comer.
A Rede D’Or possui hospitais espalhados por 6 estados brasileiros. Todas as instituições possuem selos de qualidade nacionais e internacionais, como o que é oferecido pela Organização Nacional de Acreditação (ONA), que são uma garantia de excelência no atendimento hospitalar.
Ao todo, são mais de 80 mil médicos das mais diversas especialidades, disponíveis para auxiliar no tratamento e no diagnóstico de condições diversas.
Sobre a Rede D'Or
A Rede D’Or é a maior rede de saúde do Brasil. Está presente nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Sergipe, Ceará, Paraná, Paraíba, Alagoas, Mato Grosso do Sul e no Distrito Federal.
O grupo é composto atualmente por hospitais próprios, clínicas oncológicas (Oncologia D’Or), além de atuar em serviços complementares com exames clínicos e laboratoriais, bancos de sangue, diálise e ambulatórios de diversas especialidades.
Para garantir a excelência na prestação de serviços, a Rede D’Or adotou a Acreditação Hospitalar, um processo de avaliação externa para examinar a qualidade dos serviços prestados, conduzido por organizações independentes, como uma de suas principais ferramentas. Os hospitais do grupo já receberam certificações emitidas por organizações brasileiras, como a Organização Nacional de Acreditação (ONA), e internacionais, como a Joint Commission International (JCI), a Metodologia Canadense de Acreditação Hospitalar (QMENTUM IQG) e a American Society of Clinical Oncology (ASCO).
A Rede D’Or ainda oferece aos pacientes críticos o cuidado necessário no momento certo, o que leva a melhores desfechos clínicos e à alocação eficiente de recursos. Por isso, 87 UTIs do grupo receberam o certificado Top Performer 2022, oferecido pela Epimed e AMIB – Associação de Medicina Intensiva Brasileira.
Conte com a Rede D’Or sempre que precisar!
