O que é esquecimento?
Você foi até a geladeira e esqueceu o que estava fazendo? Não lembra se trancou a porta de casa ou se apagou a chama do fogão? Esqueceu-se de algum compromisso importante ou até mesmo de pagar determinada compra? Não consegue lembrar o nome de um colega de classe da escola ou esquece o que estava querendo dizer?
O esquecimento constante é um sintoma que pode causar nervosismo e ansiedade, visto que pode ser um sinal de doenças degenerativas, como o Mal de Alzheimer, chamado também de “doença do esquecimento”.
O cérebro, a grande máquina que permite que a gente aprenda, comunique-se e mantenha nossas lembranças e memórias, sofre poucas alterações durante a nossa vida. Antes, acreditava-se que o ser humano já nascia com a quantidade definitiva de neurônios, mas estudos recentes sugerem que novos neurônios continuam crescendo e surgindo conforme o tempo passa. Eles não são, no entanto, unanimidade entre a comunidade médica, e pesquisas adicionais são necessárias.
Por isso, quando uma doença degenerativa, como o Mal de Alzheimer, acontece, os neurônios que uma pessoa tem vão perdendo a capacidade que possuíam e morrem ou deixam de funcionar, o que afeta não só a memória do paciente, gerando o esquecimento, mas também outras características da pessoa, como a coordenação motora e o senso de posicionamento espacial, por exemplo.
O esquecimento constante é um dos primeiros sinais de que algo não vai bem com o cérebro do paciente e, se isso estiver atrapalhando em seu dia a dia, uma consulta com o médico pode ajudá-lo a entender se tal coisa faz parte da vida ou se é algo que precisa ser acompanhado com mais detalhamento, como uma doença em si.
É necessário ressaltar que o esquecimento não é o único sintoma de Mal de Alzheimer, bem como não é um sintoma somente para essa condição, apresentando-se também como um sinal de outros problemas fisiológicos.
Se você está estressado e cansado, se lida com altas cargas de informação em seu dia a dia, é comum que você esqueça de uma coisa ou de outra, em especial, durante picos de estresse. Depois de uns dias de descanso ou de uma pausa, é comum que a memória volte a ser o que era antes, por exemplo.
Por ano, a Rede D’Or realiza mais de 3,4 milhões de atendimentos médicos de urgência e emergência. A Rede D’Or está presente nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Distrito Federal, Pernambuco, Maranhão, Sergipe e Bahia.
Sobre a Rede D'Or
A Rede D’Or é a maior rede de saúde do Brasil. Está presente nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Sergipe, Ceará, Paraná, Paraíba, Alagoas, Mato Grosso do Sul e no Distrito Federal.
O grupo é composto atualmente por hospitais próprios, clínicas oncológicas (Oncologia D’Or), além de atuar em serviços complementares com exames clínicos e laboratoriais, bancos de sangue, diálise e ambulatórios de diversas especialidades.
Para garantir a excelência na prestação de serviços, a Rede D’Or adotou a Acreditação Hospitalar, um processo de avaliação externa para examinar a qualidade dos serviços prestados, conduzido por organizações independentes, como uma de suas principais ferramentas. Os hospitais do grupo já receberam certificações emitidas por organizações brasileiras, como a Organização Nacional de Acreditação (ONA), e internacionais, como a Joint Commission International (JCI), a Metodologia Canadense de Acreditação Hospitalar (QMENTUM IQG) e a American Society of Clinical Oncology (ASCO).
A Rede D’Or ainda oferece aos pacientes críticos o cuidado necessário no momento certo, o que leva a melhores desfechos clínicos e à alocação eficiente de recursos. Por isso, 87 UTIs do grupo receberam o certificado Top Performer 2022, oferecido pela Epimed e AMIB – Associação de Medicina Intensiva Brasileira.
Conte com a Rede D’Or sempre que precisar!