O que é estenose craniofacial?
Ao nascer, o ser humano possui muito mais ossos do que em sua vida adulta. Isso é porque, para permitir a descida do bebê pelo canal vaginal da mãe, os ossos são formados por pequenas plaquinhas e por suturas que, conforme a criança se desenvolve e eles crescem, vão se unindo para permitir ao crânio chegar em seu tamanho normal.
A cranioestenose, ou estenose craniofacial, é uma condição em que esses pequenos pedaços de osso ou essas suturas não estão presentes no crânio do bebê ou, então, estão presentes, mas fundiram-se antes que os ossos pudessem continuar crescendo até atingir um tamanho normal.
Assim, a estenose craniofacial faz com que o paciente apresente uma má-formação no crânio, com algumas mudanças em sua aparência física e em seu desenvolvimento físico na face.
A cranioestenose é mais comum em pacientes do sexo masculino, mas pode afetar também pacientes do sexo feminino.
Quais as causas de estenose craniofacial?
As causas da estenose craniofacial estão ligadas a alterações na genética do paciente.
Por isso, pode se apresentar acompanhada de outras síndromes e doenças genéticas.
Quais os sintomas da estenose craniofacial?
A estenose craniofacial faz com que o paciente apresente algumas alterações em sua aparência física. Essas alterações variam de paciente para paciente, mas podem incluir:
- maior tamanho de testa;
- cabeça mais alongada ou terminando em um formato mais triangular no topo;
- olhos mais afastados do que o normal;
- órbitas oculares um pouco menores do que o normal, dando aos olhos uma aparência mais saltada;
- menos espaço entre nariz e boca.
Além das alterações físicas, os pacientes com estenose craniofacial podem apresentar outras complicações, como consequência da doença, como microcefalia, hidrocefalia e deslocamentos do globo ocular.
Como é o tratamento de estenose craniofacial?
Nem sempre o paciente com estenose craniofacial necessita de tratamento específico para a condição.
Alguns casos recebem a indicação de correção cirúrgica somente se as alterações na aparência do paciente causarem incômodo, esteticamente falando. Outros casos recebem indicação de cirurgia pois podem trazer complicações e prejudicar o desenvolvimento do paciente.
A Rede D’Or possui hospitais espalhados por 6 estados brasileiros. Todas as instituições possuem selos de qualidade nacionais e internacionais, como o que é oferecido pela Organização Nacional de Acreditação (ONA), que são uma garantia de excelência no atendimento hospitalar.
Ao todo, são mais de 80 mil médicos das mais diversas especialidades, disponíveis para auxiliar no tratamento e no diagnóstico de condições diversas.
Sobre a Rede D'Or
A Rede D’Or é a maior rede de saúde do Brasil. Está presente nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Sergipe, Ceará, Paraná, Paraíba, Alagoas, Mato Grosso do Sul e no Distrito Federal.
O grupo é composto atualmente por hospitais próprios, clínicas oncológicas (Oncologia D’Or), além de atuar em serviços complementares com exames clínicos e laboratoriais, bancos de sangue, diálise e ambulatórios de diversas especialidades.
Para garantir a excelência na prestação de serviços, a Rede D’Or adotou a Acreditação Hospitalar, um processo de avaliação externa para examinar a qualidade dos serviços prestados, conduzido por organizações independentes, como uma de suas principais ferramentas. Os hospitais do grupo já receberam certificações emitidas por organizações brasileiras, como a Organização Nacional de Acreditação (ONA), e internacionais, como a Joint Commission International (JCI), a Metodologia Canadense de Acreditação Hospitalar (QMENTUM IQG) e a American Society of Clinical Oncology (ASCO).
A Rede D’Or ainda oferece aos pacientes críticos o cuidado necessário no momento certo, o que leva a melhores desfechos clínicos e à alocação eficiente de recursos. Por isso, 87 UTIs do grupo receberam o certificado Top Performer 2022, oferecido pela Epimed e AMIB – Associação de Medicina Intensiva Brasileira.
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