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O que é a febre do Nilo Ocidental?

A febre do Nilo Ocidental é uma virose transmitida por mosquitos do gênero Culex (pernilongo). Os hospedeiros naturais são as aves e estas atuam como amplificadores do vírus e fonte de infecção dos mosquitos, que uma vez contaminados, podem transmitir a doença para humanos, equinos, primatas e outros mamíferos. O ciclo de transmissão se encerra nos humanos, pois a contaminação se dá por curtos períodos de tempo e em níveis insuficientes para contaminar mosquitos.

Quais as causas da febre do Nilo Ocidental?

A principal forma de transmissão do vírus que causa a febre do Nilo Ocidental é pela picada de um mosquito infectado, que transmite o vírus para o hospedeiro, seja ele intermediário ou final. No entanto, outras formas de transmissão já foram detectadas, como a contaminação por transfusão sanguínea, transplante de órgãos, aleitamento materno e transmissão transplacentária.

Quais os sintomas da febre do Nilo Ocidental?

A maioria dos casos de febre do Nilo Ocidental é assintomática. Estima-se que 20% dos infectados apresentam sintomas leves. Os principais sintomas que podem ou não aparecer são: febre aguda de início repentino; mal estar; anorexia, náuseas; vômitos; dores nos olhos; dores de cabeça; dores musculares; exantema máculo-papular e linfoadenopatia. Além disso, uma em cada 150 pessoas infectadas podem desenvolver doenças neurológicas severas como encefalite, meningite ou poliomielite.

Qual o tratamento para a febre do Nilo Ocidental?

A febre do Nilo Ocidental tem cura, mas não existe vacina ou tratamento antiviral específico para ela. Geralmente, o tratamento visa reduzir a febre e outros sintomas. O uso de analgésicos, sob prescrição médica, pode ajudar no alívio das dores de cabeça e musculares. Nos casos mais graves, pode ser necessário internação, com administração de fluidos intravenosos, prevenção de infecções secundárias e auxílio respiratório.

A Rede D’Or possui hospitais espalhados por 6 estados brasileiros. Todas as instituições possuem selos de qualidade nacionais e internacionais, como o que é oferecido pela Organização Nacional de Acreditação (ONA), que são uma garantia de excelência no atendimento hospitalar.

Ao todo, são mais de 80 mil médicos das mais diversas especialidades, disponíveis para auxiliar no tratamento e no diagnóstico de condições diversas.

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Sobre a Rede D'Or

A Rede D’Or é a maior rede de saúde do Brasil. Está presente nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Sergipe, Ceará, Paraná, Paraíba, Alagoas, Mato Grosso do Sul e no Distrito Federal.

O grupo é composto atualmente por hospitais próprios, clínicas oncológicas (Oncologia D’Or), além de atuar em serviços complementares com exames clínicos e laboratoriais, bancos de sangue, diálise e ambulatórios de diversas especialidades.

Para garantir a excelência na prestação de serviços, a Rede D’Or adotou a Acreditação Hospitalar, um processo de avaliação externa para examinar a qualidade dos serviços prestados, conduzido por organizações independentes, como uma de suas principais ferramentas. Os hospitais do grupo já receberam certificações emitidas por organizações brasileiras, como a Organização Nacional de Acreditação (ONA), e internacionais, como a Joint Commission International (JCI), a Metodologia Canadense de Acreditação Hospitalar (QMENTUM IQG) e a American Society of Clinical Oncology (ASCO).

A Rede D’Or ainda oferece aos pacientes críticos o cuidado necessário no momento certo, o que leva a melhores desfechos clínicos e à alocação eficiente de recursos. Por isso, 87 UTIs do grupo receberam o certificado Top Performer 2022, oferecido pela Epimed e AMIB – Associação de Medicina Intensiva Brasileira.

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