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O que é paralisia muscular?

Os músculos são um tecido do corpo humano formado por diferentes fibras que ficam entrelaçadas – elas podem ser contraídas e descontraídas. É justamente essa capacidade de contrair e descontrair determinados pontos, combinada com os movimentos de outras estruturas do corpo – por exemplo, os ossos, as cartilagens, os tendões e as articulações – que permitem com que o corpo humano realize diferentes movimentos.

Por algum motivo, quando as fibras musculares do corpo de um paciente ficam permanentemente contraídas, sem que o movimento de descontração possa ser feito para movimentá-lo, o paciente recebe, enfim, o diagnóstico da paralisia muscular.

Na paralisia muscular, o paciente pode perder totalmente a capacidade de realizar determinados movimentos ou pode perder apenas parcialmente. Ou seja, ainda existem alguns grupos musculares naquela região que são passíveis de serem movimentados, logo, o paciente consegue adaptar seus movimentos para fazer o uso dos músculos que ainda operam da forma correta.

É importante ressaltar também que existem diferentes tipos de paralisia muscular, entre elas estão a permanente e a temporária.

Quais são as causas da paralisia muscular?

Existem muitos motivos que podem fazer com que um paciente perca a capacidade de descontrair os músculos, vindo a desenvolver a paralisia muscular.

Alguns pacientes acabam por apresentar a paralisia muscular como um sintoma de outras doenças e problemas de saúde; enquanto outros, podem apresentá-la devido ao consumo excessivo de certas drogas e medicamentos.

De modo geral, os médicos consideram que a paralisia muscular pode ser causada por problemas relacionados ao funcionamento dos músculos (miopatias) e por problemas relacionados ao funcionamento dos nervos (neuropatias).

Quais doenças podem ser associadas à paralisia muscular?

Diferentes doenças podem ser associadas à paralisia muscular. Na paralisia de Bell, por exemplo, o paciente sofre uma contração involuntária dos músculos presentes em um dos lados do rosto, perdendo o controle da face. Lesões na medula espinhal, por sua vez, podem causar a perda do movimento nos membros inferiores, assim como as doenças que afetam a mesma região do corpo – como a poliomielite, sendo capaz de afetar o corpo de forma sistêmica.

Outras doenças, como a Miastenia Gravis e a Esclerose Lateral Amiotrófica, vão progredindo ao longo dos anos, fazendo com que, gradualmente, o paciente sofra a paralisia de certas regiões do corpo.

A síndrome de Guillain-Barré – que acontece quando o sistema imunológico do paciente ataca as células nervosas -, também pode afetar o funcionamento dos nervos, tendo como uma de suas possíveis consequências a paralisia.

Intoxicações variadas, como as que são causadas pelo Botulismo ou pelo veneno de determinados animais, também podem ter como consequência final a paralisia muscular.

Como é o tratamento da paralisia muscular?

O tratamento da paralisia muscular – e se ela será reversível ou não – vai depender da doença que desencadeia essa contração sem fim dos grupos musculares do paciente.

Em alguns casos, é possível reverter o quadro da paralisia através de diferentes tratamentos que podem envolver, por exemplo, a realização de sessões de fisioterapia e o uso de medicamentos. Algumas doenças podem receber a indicação de realização de procedimentos cirúrgicos para tratar a paralisia muscular.

Existem também casos em que a paralisia muscular não é reversível e o paciente pode ter que realizar tratamentos, não para tratar a paralisia, mas para elevar a qualidade de vida e se adaptar à nova realidade de seu corpo.

A Rede D’Or possui hospitais espalhados por 6 estados brasileiros. Todas as instituições possuem selos de qualidade nacionais e internacionais, como o que é oferecido pela Organização Nacional de Acreditação (ONA), que são uma garantia de excelência no atendimento hospitalar.

Ao todo, são mais de 80 mil médicos das mais diversas especialidades, disponíveis para auxiliar no tratamento e no diagnóstico de condições diversas.

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Sobre a Rede D'Or

A Rede D’Or é a maior rede de saúde do Brasil. Está presente nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Sergipe, Ceará, Paraná, Paraíba, Alagoas, Mato Grosso do Sul e no Distrito Federal.

O grupo é composto atualmente por hospitais próprios, clínicas oncológicas (Oncologia D’Or), além de atuar em serviços complementares com exames clínicos e laboratoriais, bancos de sangue, diálise e ambulatórios de diversas especialidades.

Para garantir a excelência na prestação de serviços, a Rede D’Or adotou a Acreditação Hospitalar, um processo de avaliação externa para examinar a qualidade dos serviços prestados, conduzido por organizações independentes, como uma de suas principais ferramentas. Os hospitais do grupo já receberam certificações emitidas por organizações brasileiras, como a Organização Nacional de Acreditação (ONA), e internacionais, como a Joint Commission International (JCI), a Metodologia Canadense de Acreditação Hospitalar (QMENTUM IQG) e a American Society of Clinical Oncology (ASCO).

A Rede D’Or ainda oferece aos pacientes críticos o cuidado necessário no momento certo, o que leva a melhores desfechos clínicos e à alocação eficiente de recursos. Por isso, 87 UTIs do grupo receberam o certificado Top Performer 2022, oferecido pela Epimed e AMIB – Associação de Medicina Intensiva Brasileira.

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