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O que é perda de memória?

A memória é parte importante de quem somos. Lembramos da nossa infância e de momentos marcantes da nossa vida, por meio da memória de longo prazo; mas também de assuntos corriqueiros do nosso dia a dia, por exemplo, o que almoçamos ontem, utilizando a memória de curto prazo.

Quando o paciente passa a apresentar esquecimento ou mesmo, com frequência, não consegue se lembrar de certas coisas, ele pode estar apresentando um mau funcionamento do cérebro.

É importante ressaltar que certos esquecimentos são comuns. Às vezes, o cérebro simplesmente não consegue encontrar o local onde armazena determinada informação ou o paciente não prestou a devida atenção no que acontecia em determinado momento e, agora, não consegue se lembrar.

Para que o paciente, de fato, passe por uma avaliação para perda de memória, ele deve apresentar sinais mais impactantes, como:

  • Não se lembrar o dia da semana ou mesmo o ano em que estamos;
  • Esquecer caminhos e trajetos de lugares conhecidos e frequentados com frequência;
  • Ao conversar, ter dificuldade para encontrar as palavras corretas para encaixar em uma frase;
  • O paciente perde objetos de uso pessoal que já têm um local determinado na casa;
  • Com frequência o paciente conta as mesmas histórias ou repete determinados comentários;
  • O paciente pergunta a mesma informação várias vezes e em um pequeno intervalo de tempo.

Alguns pacientes também podem apresentar uma perda de memória temporária, por exemplo, após um evento traumático ou mesmo como consequência do abuso de álcool – mas essas condições costumam não requerer um tratamento médico mais aprofundado, como é o caso de quem apresenta episódios frequentes.

Quais são as causas mais comuns de perda de memória?

De modo geral, podemos afirmar que a perda de memória é causada por algum tipo de equívoco no funcionamento do cérebro. Seja porque ele armazenou a informação no local incorreto ou porque apresenta processos degenerativos. Existem inúmeras causas para a perda de memória.

Entre as causas mais comuns da perda de memória, podemos destacar o envelhecimento. Ainda, pacientes que sofrem de elevados níveis de estresse e ansiedade também podem sofrer dessa perda de memória, assim como pacientes com dificuldades relacionadas ao foco e à concentração.

O uso de determinados medicamentos, como ansiolíticos, sendo utilizados para tratar a ansiedade e o abuso de drogas, álcool e outras substâncias ilícitas, também podem causar frequentes problemas de memória.

Por fim, não dormir corretamente e não ingerir a quantidade certa de vitaminas (especialmente a vitamina B12) também pode, a longo prazo, trazer ao paciente problemas de memória.

Quais doenças podem ser associadas à perda de memória?

Várias doenças podem ser associadas à perda de memória. A depressão, por exemplo, pode fazer com que pacientes tenham dificuldades de memória, assim como o hipotireoidismo.

Doenças associadas ao envelhecimento, como a demência e o Mal de Alzheimer, também são comumente associadas à perda de memória, já que esse é um de seus sintomas clássicos.

Como é o tratamento da perda de memória?

O tratamento da perda de memória depende do que está causando a condição.

Em pacientes onde é possível determinar que a causa desse sintoma é uma doença – como estresse, ansiedade ou hipotireoidismo -, de modo geral, ao tratar essas condições gerais, a memória do paciente volta a ganhar suas características originais.

Nos pacientes com Mal de Alzheimer ou Demência, o uso de medicamentos, aliado ao acompanhamento com terapeutas ocupacionais, podem ajudar na preservação das características atuais da memória do paciente.

De modo geral, adotar um estilo de vida saudável, com a alimentação correta e a prática de exercícios físicos, aliados com atividades que ajudam a manter o cérebro ativo – como a leitura ou a realização de jogos, por exemplo, palavras cruzadas -, são boas estratégias para ajudar a preservar a memória.

A Rede D’Or possui hospitais espalhados por 6 estados brasileiros. Todas as instituições possuem selos de qualidade nacionais e internacionais, como o que é oferecido pela Organização Nacional de Acreditação (ONA), que são uma garantia de excelência no atendimento hospitalar.

Ao todo, são mais de 80 mil médicos das mais diversas especialidades, disponíveis para auxiliar no tratamento e no diagnóstico de condições diversas.

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Sobre a Rede D'Or

A Rede D’Or é a maior rede de saúde do Brasil. Está presente nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Sergipe, Ceará, Paraná, Paraíba, Alagoas, Mato Grosso do Sul e no Distrito Federal.

O grupo é composto atualmente por hospitais próprios, clínicas oncológicas (Oncologia D’Or), além de atuar em serviços complementares com exames clínicos e laboratoriais, bancos de sangue, diálise e ambulatórios de diversas especialidades.

Para garantir a excelência na prestação de serviços, a Rede D’Or adotou a Acreditação Hospitalar, um processo de avaliação externa para examinar a qualidade dos serviços prestados, conduzido por organizações independentes, como uma de suas principais ferramentas. Os hospitais do grupo já receberam certificações emitidas por organizações brasileiras, como a Organização Nacional de Acreditação (ONA), e internacionais, como a Joint Commission International (JCI), a Metodologia Canadense de Acreditação Hospitalar (QMENTUM IQG) e a American Society of Clinical Oncology (ASCO).

A Rede D’Or ainda oferece aos pacientes críticos o cuidado necessário no momento certo, o que leva a melhores desfechos clínicos e à alocação eficiente de recursos. Por isso, 87 UTIs do grupo receberam o certificado Top Performer 2022, oferecido pela Epimed e AMIB – Associação de Medicina Intensiva Brasileira.

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