Uma cirurgia é qualquer tipo de procedimento médico que precise da intervenção, manual ou instrumental, do médico no paciente. Quando ela é feita para tratar de pacientes com câncer e tumores, na região do sistema reprodutor feminino, dá-se a ela o nome de cirurgia oncológica ginecológica.
A cirurgia oncológica ginecológica é uma subespecialidade da cirurgia oncológica focada no tratamento cirúrgico de tumores que afetam os órgãos reprodutivos femininos, como útero, ovários, colo do útero, vagina e vulva. Ela combina técnicas cirúrgicas avançadas com abordagens multidisciplinares para garantir a remoção completa do tumor e minimizar riscos de recidiva.
Serve para tratar cânceres ginecológicos, como:
Também é usada para preservação da fertilidade em pacientes jovens, quando possível.
Como qualquer procedimento cirúrgico, existem riscos, incluindo infecção, sangramentos, reações adversas à anestesia e complicações na cicatrização. Especificamente, a cirurgia oncológica ginecológica pode levar a alterações hormonais, infertilidade e impactos na função sexual, dependendo do procedimento realizado.
O período pós-operatório requer cuidados específicos, como repouso, manejo da dor e monitoramento de sinais de infecção. A paciente receberá orientações sobre higiene, alimentação adequada e limitações físicas temporárias. O acompanhamento médico regular é fundamental para uma recuperação adequada.
Cirurgias minimamente invasivas (laparoscopia): 1 a 2 semanas para retomar atividades leves.
Cirurgias abertas: 4 a 6 semanas, dependendo da complexidade.
Exenteração pélvica: recuperação pode levar meses, com reabilitação funcional.
Após a cirurgia, espera-se a redução ou eliminação de sintomas relacionados ao tumor, como dor pélvica, sangramentos anormais e desconfortos associados. A remoção do tumor também pode prevenir a progressão da doença e o aparecimento de novos sintomas.