O exame de CD4 avalia a quantidade de linfócitos T auxiliares (CD4+) no sangue, importantes na defesa imunológica. É essencial no monitoramento da infecção pelo HIV, indicando a progressão da doença e a necessidade de tratamento.
Informação importante
Este exame não necessita de agendamento.
É um teste laboratorial que quantifica a quantidade dessas células no sangue, que são fundamentais para o funcionamento do sistema imunológico. Essas células, também chamadas de linfócitos T helper, desempenham um papel fundamental na coordenação da resposta imune, ajudando a combater infecções e outras doenças.
Para avaliar o estado imunológico de pacientes, especialmente aqueles infectados pelo vírus do HIV. Ele ajuda a monitorar a progressão da infecção, o risco de desenvolvimento de infecções oportunistas e a resposta ao tratamento antirretroviral. Além disso, pode ser usado no acompanhamento de outras imunodeficiências e doenças autoimunes.
A coleta é realizada por meio de sangue total, geralmente em tubo com anticoagulante EDTA (tampa roxa). O método utilizado para a quantificação dos linfócitos CD4+ é a citometria de fluxo, que permite identificar e contar essas células com precisão.
O exame é solicitado para pessoas com suspeita ou diagnóstico de infecção pelo HIV, para acompanhamento da progressão da doença e para orientar o início e a modificação da terapia antirretroviral. Também pode ser pedido em casos de suspeita de imunodeficiências e em pacientes com doenças autoimunes que afetam o sistema imunológico.
Embora o exame não faça o diagnóstico direto de doenças, ele é indispensável para o monitoramento da infecção pelo HIV/AIDS, pois o vírus ataca e reduz a quantidade de linfócitos CD4+. Além disso, é útil na avaliação de outras condições que causam imunodeficiência, como algumas doenças autoimunes e imunodeficiências congênitas ou adquiridas.
Os valores normais geralmente estão acima de 500 células/mm³. Valores entre 200 e 500 células/mm³ indicam risco moderado de imunodeficiência, enquanto valores abaixo de 200 células/mm³ indicam risco elevado para infecções oportunistas graves. Em estágios avançados da imunodepressão, o número pode ser inferior a 50 células/mm³.
Especialistas em infectologia, hematologia, imunologia, oncologia e clínicos gerais que acompanham pacientes com infecções crônicas, imunodeficiências ou doenças autoimunes.
Não é necessário jejum ou preparo especial para a realização do exame CD4. A coleta deve ser feita em condições adequadas, utilizando o material correto e seguindo as orientações para transporte e armazenamento da amostra.
O prazo pode variar de acordo com a unidade. Por favor, entre em contato com sua unidade de preferência para confirmar o prazo.
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